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TOP 10 - As Maiores Bilheterias do Cinema Nacional nos Anos 70

TOP 10 - As Maiores Bilheterias do Cinema Nacional - Anos 70
Mais um video criado por nós mesmo, com os melhores filmes nacionais dos anos 70, um TOP 10 com as maiores bilheterias dos anos 70 do nosso cinema tupiniquim.



10º O Jeca Macumbeiro 

1975
3.468.728 de pessoas

Pirola (Mazzaropi) é um pobre caboclo que vive na fazenda do patrão, coronel Januário (Jofre Soares), morando num casebre com o filho (José Mauro Ferreira). Um dia Pirola recebe surpreso a visita de um velhinho amigo, que, sentindo-se na hora da morte leva-lhe de presente um saco cheio de dinheiro. Ingênuo e transtornado, Pirola não sabe o que fazer e acaba confiando a fortuna ao patrão. Januário, que secretamente está às portas da falência, finge ser um pai de santo para tentar apropriar-se do dinheiro do pobre Pirola.

09º O Rei e os Trapalhões

1979
4.240.757 de pessoas

Em uma cidade do Oriente, o trono do jovem Rei Amad é usurpado pelo malvado Vizir Jafar. Na cadeia, o rei conhece os famosos ladrões do reino: Abdul, Abel, Abol e Abil.
Com a ajuda deles, Amad foge e, durante a fuga, conhece a princesa Alina, pela qual se apaixona. O Vizir possui poderes mágicos, enfrentados pelos heróis com a ajuda do gênio de uma lâmpada encontrada por Abul. Com a ajuda do gênio, os quatro amigos são transportados para o século XX, onde provocam muita confusão e acabam sendo presos.

08º Simbad, o Marujo Trapalhão

1976
4.406.200 de pessoas

Empregados de um circo, Kiko e Duda se envolvem em uma grande confusão, quando Kiko é confundido com o trapezista Simbad. O trapalhão é raptado pelos capangas do mágico Ali Tuffi , que já possui o gênio da lâmpada mágica, mas precisa de Simbad para localizar a pedra filosofal com a qual terá fortuna e poder. Na tentativa de ajudar os amigos, Simbad e a namorada Luciana também acabam prisioneiros no navio dos bandidos.

07º O Trapalhão no Planalto dos Macacos

1976
4.565.267 de pessoas

Os amigos Conde e Alex são confundidos pelo Guarda Azevedo com assaltantes de uma joalheria. Na fuga, os três embarcam em um balão prestes a ser lançado, conduzido por Rodrigo, indo parar em um planeta habitado por homens-macacos, onde os humanos são considerados animais inferiores. Eles são aprisionados e depois de muita confusão, incluindo uma tentativa de serem transformados em macacos, os amigos surpreendem fazendo funcionar eletrodomésticos escondidos numa caverna.

06º O Cinderelo Trapalhão

1979
5.028.893 de pessoas

Numa cidade do interior, Cinderelo (Renato Aragão) é um rapaz pacato desprezado pelos companheiros por andar sujo e ser covarde. Na verdade, é muito corajoso e revela sua força quando uma família de religiosos pede a ajuda do grupo contra um poderoso fazendeiro, o coronel Dourado.
O coronel cobiça as terras da família, localizadas em área petrolífera. Ivete, sobrinha do fazendeiro, ajuda os Trapalhões contra os capangas comandados por Souza.

05º Os Trapalhões na Guerra dos Planetas

1978
5.089.970 de pessoas

Vindo do espaço, o príncipe Flick pede ajuda dos Trapalhões para libertar o planeta onde vive do domínio do malvado Zuco. O príncipe oferece uma recompensa, que é aceita pelos quatro amigos, que embarcam em uma nave espacial, pilotada por um monstro peludo chamado Bonzo.
No planeta, usam artimanhas e vencem Zuco, mas não conseguem salvar a vida da Princesa Myma, que havia sido raptada pelo bandido. Ela deve ser substituída no trono por Loya, justamente a namorada de Didi, que conheceu durante a aventura no planeta estranho.

04º Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia

1977
5.401.325 de pessoas

Nos anos 1960, surge uma organização, batizada pela crônica policial brasileira como Esquadrão da Morte, que passa a combater o crime à margem da lei. Nessa conjuntura, surgem vários episódios e personagens que marcaram uma época. Lúcio Flávio (Reginaldo Farias) é um deles. Ele se tornou um conhecido bandido no Rio de Janeiro. Um banco é assaltado em uma cidade do interior e o Dr. Bechara (Ivan Cândido) dá início a uma ação policial nos subúrbios do Rio, para localizar Lúcio. Ele e sua mulher, Janice (Ana Maria Magalhães), recebem a notícia da prisão de Mucuçu, integrante do bando de Lúcio, que também acaba sendo preso mas foge da delegacia. Certa noite é preso novamente por Bechara e levado para um presídio, onde agentes da Polícia Federal tentam em vão saber do seu envolvimento com Moretti (Paulo César Pereio), um policial. Lúcio é libertado por seus companheiros e, com a conivência de Moretti, assalta um banco. Tentando mudar de vida, Lúcio vai com Janice para Belo Horizonte, mas seu destino já estava traçado.

03º O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão

1977
5.786.226 de pessoas


Os amigos Pilo e Duka ganham a vida em brigas simuladas nas praças públicas, enquanto Fumaça recolhe apostas. Pensando que são homens corajosos, a jovem Glória contrata os três para uma expedição às minas do Rei Salomão, onde o pai dela, o arqueólogo Aristóbulo, é prisioneiro.
Oferece como prêmio um fabuloso tesouro desconhecido do qual ela tem a única pista existente. Pilo logo se apaixona por ela que, no entanto, está interessada em Alberto, também integrado à expedição.
Durante a jornada, enfrentam uma bruxa malvada disposta a tudo para impedir que eles cheguem até o tesouro.

02º A Dama do Lotação

1978
6.509.134 de pessoas

Carlos (Nuno Leal Maia) e Solange (Sônia Braga) se amam desde jovens e, após um casto namoro, se casaram. Na noite de núpcias, Solange se recusa a fazer amor com ele. O marido implora e sem sucesso, em um acesso de raiva, estupra a esposa. Solange afirma que o adora, mas nos meses que se seguiram ao casamento ela não pode ser tocada por Carlos. Para provar a si mesma que não é frígida, começa uma rotina diária de seduzir homens que ela nunca viu nem verá novamente e nem mesmo sabe seus nomes. Além disto, ela tem relações com o melhor amigo de Carlos e até mesmo com seu sogro (Jorge Dória). Carlos entende que ela é infiel e, armado, confronta Solange. Enquanto isso, ela busca ajuda psiquiátrica, pois não sente nenhum remorso.

01º Dona Flor e Seus Dois Maridos

1976
10.735.524 de pessoas

Durante o carnaval de 1943 na Bahia, Vadinho (José Wilker), um mulherengo e jogador inveterado, morre repentinamente e sua mulher, Dona Flor (Sônia Braga), fica inconsolável, pois apesar de ele ter vários defeitos, era um excelente amante. Mas, após algum tempo ela se casa com Teodoro Madureira (Mauro Mendonça), um farmacêutico que é exatamente o oposto do primeiro marido. Ela passa a ter uma vida estável e tranqüila, mas tediosa e, de tanto "chamar" pelo primeiro marido, um dia aparece nu na sua cama. Então ela pede ajuda a uma amiga, dizendo que quase foi seduzida pelo finado esposo. Um pai de santo se prontifica a afastar o espírito de Vadinho, mas existe um problema: no fundo Flor quer que ele fique, pois há um forte desejo que precisa ser saciado.

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